Arquivo | junho, 2011

Amigo para todas as horas!

6 jun

Por Flávia Barros

Essa cara aí de cima, escrito por Marina de Andrade Marconi e Eva Maria Lakatos, será seu melhor amigo no decorrer do ano do desenvolvimento do seu TCC.

 É com ele que você tira as dúvidas sobre pesquisas bibliográficas, onde e como usar  uma boa citação, como  organizar o seu trabalho, ou seja, TUDOOO!!

O seu orientador sempre vai pedir/mandar, logo no primeiro encontro que você leia o livro de metodologia, e acredite, ele tem toda razão, sem esse livro, você não faz nada!

Claro, esse daí não é o único, mas é um ótimo livro para tirar suas dúvidas nas horas mais aflitas quando você estiver escrevendo seu TCC

Boa noite, e até a próxima.

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Você e o seu TCC

5 jun

Por Monique Igreja

Inuauguramos hoje uma seção especial no blog. A cada semana, vamos apresentar pra vcs as experiências vividas por profissionais recém-formados e seus respectivos TCCs. Se você quiser ser o personagem da nossa próxima seção, mande um e-mail para moniredacao@gmail.com. Espero que gostem!

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A publicitária Natália Costa, de 24 anos, concluiu recentemente a sua graduação pela Universidade da Amazônia (Unama). No projeto experimental, a jovem escolheu abordar o twitter como ferramenta de divulgação da cultura paraense. “Eu percebi que a cultura do Estado estava sendo bastante divulgada pela mídia independente, e decidi analisar quatro perfis do twitter”, relata a publicitária, que acompanhou durante um ano os microblogs @misspratinha, @serasgum, @musicaparaense e @ciriooficial.

Natália diz que a maior dificuldade sentida ao longo do estudo, foi o fato de não existir uma vasta bibliografia relacionada ao assunto. “Os artigos disponíveis eram mais voltados às mídias sociais em geral, e não ao twitter.”, afirma. “A falta de autores faz com que um tema atual seja mais complicado de se pesquisar. Por isso, é preciso ter cuidado para não cair no ‘achismo’”, alerta.

A Capa do TCC da publicitária Natália Costa

No dia da apresentação do projeto experimental, a publicitária conta que ficou nervosa, mas conseguiu ter autocontrole, para que o nervosismo não prejudicasse a sua exposição. Para Natália, é essencial que, no momento da explicação, o estudante tenha domínio do assunto e apresente uma boa postura ao expor o tema. “Tenho uma amiga que por ter falado baixo e rápido, acabou perdendo dois pontos”, relata.

A partir do TCC de Natália – que recebeu a nota 8,5 -, o idealizador do projeto Música Paraense, Edvaldo Souza, pretende publicar um artigo. Agora, a publicitária planeja se especializar na área de mídias sociais ou realizar um mestrado relacionado à cultura. A equipe do blog “Corra que o orientador vem aí” deseja muita sorte para Natália em sua nova empreitada!

Dicas da Analaura

5 jun

A professora Analaura Corradi – orientadora do TCC da Monique e da Emily – topou gravar um vídeo para o blog, contando quais são as maiores dificuldades dos alunos na hora de elaborar o projeto experimental. Confira!

Quer saber o que é necessário para que um TCC receba a nota 10???A professora dá algumas dicas.

Descobrindo a Perereca

4 jun

Por Mariana Lima

Como vocês já sabem, eu faço TCC junto com duas amiguinhas, a Katherine e a Flávia (que às vezes me deixam louca, mas faz parte).

Os nossos objetos de pesquisa são o Blog da Perereca da Vizinha e o Blog do Barata, mas nesse post, eu vou fazer um pequeno tour pelo blog da Perereca da Vizinha escrito por Ana Célia Pinheiro.

Pra começar, posso dizer que o nome do blog já é bem interessante e diferente, atraindo assim a atenção dos cibercuriosos. Porém, quando acessamos, vemos que ele trata de um assunto batido e rebatido pelos meios tradicionais e aparentemente, agora, pelas novas mídias. Por mais requentado que o tema esteja, sempre aparecem uma figurinhas novas ou antigas do cenário político paraense que insistem em esquentá-lo de novo, dessa forma tem sempre um prato novo no fogo. E quem está lá para dissertar e trazer à tona o assunto?! A perereca, é claro! Ao discutir e expor as artimanhas e falcatruas de nossos queridos parlamentares, o blog, que está há cinco anos no ar, exibe através de fotos, vídeos e denúncias, a situação da política no Estado.

Com textos longos e acusatórios, Ana Célia chama a atenção dos internautas para questões que acontecem bem debaixo do nosso nariz. E pode ter certeza, a coisa fede e a gente não tá nem aí. No entanto, a Perereca não se cala. E por causa desses posts tão reveladores à respeito da cara de pau de certos personagens políticos, é que o Blog da Perereca da Vizinha está sofrendo censura. Querem tirá-la do ar. Mas esse é assunto pra outro post.

O que posso dizer, ou melhor escrever por agora, é que devido a essa característica de expor tudo a todos, é que nós (eu, kath e flah) decidimos tornar a Perereca nosso objeto de trabalho. Contudo vou confessar que pode até parece fácil fazer uma análise comparativa de dois blogs, do jeito que a política do Estado vem se desenrolando, mas as dificuldades começam quando temos que aplicá-los a algumas teorias, aí é que a coisa pega.

Vocês vão ter a oportunidade de acompanhar nossa jornada, espero que aproveitem e qualquer dúvida é só deixar um comment.

Até o próximo post!

Bjo!

O C$FRÃO DA INFORMAÇÃO

3 jun

Por Monique Igreja

Os valores, conceitos e padrões do jornalismo estão mudados. Na comunicação exercida atualmente, o jornalismo e a publicidade se apresentam tão entrelaçados, que, muitas vezes, fica difícil estabelecermos os limites entre os discursos de cada um. Podemos notar essa realidade nos cadernos regionais Mercado, do Liberal, e Negócios, do Diário. Neles, as matérias jornalísticas são tratadas como mercadoria e nem sempre os textos comprados são levados ao público com a identificação de “informe publicitário”. Foi essa submissão do jornalismo à economia, ditada pela publicidade, que me instigou a elaborar o TCC sobre o tema.

O jornalista francês Ignacio Ramonet

Como diz o meu amigo frankfurtiano Ignacio Ramonet, “a informação se tornou uma mercadoria e não possui mais valor específico ligado, por exemplo, à verdade ou à sua eficácia cívica. Enquanto mercadoria, lá está em grande parte sujeita às leis do mercado,da oferta e da demanda, em vez de estar sujeita a outras regras, cívicas e éticas, de modo especial, que deveriam, estas sim, ser as suas”. Falou e disse, Ignacinho!
 
Bom, como metodologia do projeto, vou utilizar a análise de conteúdo e analisarei todas as matérias divulgadas nos cadernos “Mercado” e “Negócios” durante um mês. Só tô em dúvida quanto ao mês que escolherei… qual vcs acham que seria o melhor? Também vou realizar uma entrevista com os editores dos cadernos, pra entender direitinho o processo de construção das matérias. E, por fim, farei uma pesquisa de opinião, pra verificar o grau de interesse do público pelo conteúdo veiculado e saber se o leitor absorve o que é publicado como informação publicitária ou jornalística.
 

Ufa, muita coisa, neah?! Por isso, a palavrinha “férias” vai estar descartada do meu dicionário nesse julho.. =/ Mas, quando penso nesse sacrifício que terei que fazer, lembro das palavras da fofa da Cecília Meireles – “Porque há doçura e beleza na amargura atravessada e eu quero a memória acesa depois da angústia apagada”. Beijos pra vcs!!!